Espaireça

Teresa, você é a coisa mais bonita que eu vi até hoje na minha
vida, inclusive o porquinho-da-índia que
me deram quando eu tinha seis anos.

Manuel Bandeira




I see you!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Finalmente conheci os Na’vi! Tudo bem que não pude apreciar da melhor forma possível a super produção de James Cameron. Assistir ao filme mais caro da história num monitor de 21 polegadas com um fone de ouvido apertando o ouvido, produzindo chiados e sentada em uma cadeira desconfortável não parece ser muito agradável. Mas foi. Foi porque quando o filme é bom MESMO, o conforto e a sofisticação se tornam secundários, a falta deles não me impediu de mergulhar na história, de me contorcer na cadeira nos momentos de tensão, quase perdendo o fôlego junto com o Jake Sully no final do filme.
Seria tão bom deitar dentro de uma máquina e acordar em um mundo totalmente diferente, complexo, quase mágico. Como seria bom aliar o sobrenatural de voar em cima de um bicho desconhecido à simplicidade de sentir a terra sob o pé. Seria maravilhoso poder tornar a vida um pouco cinematográfica também, não?



Até o tal do amor aparece no filme! Um lindo ex- fuzileiro paraplégico é capaz de renunciar toda a sua glória de desbravador e trair sua própria raça em nome de um amor. Amor aos nativos, à natureza, mas principalmente a uma mulher. Fico me perguntando qual a chance de se achar algo assim por ai. Ou pelo menos um Jake Sully.

1 comentários:

Roberta Scheer disse...

pois é! também queria um jake sully!

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